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	<title>Trekking Brasil &#187; Mario Nery</title>
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	<description>Viagens, trekking, rapel e escalada em rocha</description>
	<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 01:41:13 +0000</pubDate>
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			<title>Trekking Brasil</title>
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		<title>Adventure Sport Fair - SP 2008</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 01:41:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Anotações]]></category>

		<category><![CDATA[adventure sport fair]]></category>

		<category><![CDATA[feiras]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar do nome em inglês a Adventure Sport Fair acontece no Brasil, para ser mais exato em São Paulo no Pavilhão Imigrantes de 4 a 7 de setembro de 2008, daqui há algum tempo.
A feira reúne em um mesmo ambiente tudo que é necessário para atrair a atenção dos loucos por aventuras. Teremos setores de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar do nome em inglês a Adventure Sport Fair acontece no Brasil, para ser mais exato em São Paulo no Pavilhão Imigrantes de 4 a 7 de setembro de 2008, daqui há algum tempo.</p>
<p>A feira reúne em um mesmo ambiente tudo que é necessário para atrair a atenção dos loucos por aventuras. Teremos setores de turismo, off-road, moto, equipamentos (montanha), mergulho, kids, sustentabilidade, vela, surf e muita coisa interessante.</p>
<p>O público que visitará o evento poderá participar de atrações interativas, tais como: tanque de mergulho, pista de esqui, parede de escalada, simulador de vela, simulador de gelo na Patagônia, trilha para testes de quadriciclos e veículos off-road, entre outras coisas.</p>
<p>Para quem está pensando em ir o ingresso custa apenas R$ 20,00. Mais informações sobre o evento e compra de ingressos você obtém através do <a href="http://www.adventurefair.com.br" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">site da Adventure Sport Fair</a></p>
<p>Vou deixar vocês com dois vídeos, um comemorativo sobre os 10 anos da feira (que acontece neste ano) e um outro com um resumo de relatos sobre a feira, confira:</p>
<p><center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zYt4laRnaKU&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/zYt4laRnaKU&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
<p><center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/eglVqZzixC8&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/eglVqZzixC8&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
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		<title>Pedra da Tartaruga - Guaratiba - RJ</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 13:47:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Viagens e aventuras]]></category>

		<category><![CDATA[pedra da tartaruga]]></category>

		<category><![CDATA[rapel]]></category>

		<category><![CDATA[trilhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um lindo domingo de sol e mais um dia de trilha e aventura. O destino desta vez foi a Pedra da Tartaruga, em Barra de Guaratiba - Rio de Janeiro. Um lugar paradisíaco com praias vazias acessíveis somente por trilhas e um excelente ponto para um rapel negativo de 45 metros - na minha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um lindo domingo de sol e mais um dia de trilha e aventura. O destino desta vez foi a Pedra da Tartaruga, em Barra de Guaratiba - Rio de Janeiro. Um lugar paradisíaco com praias vazias acessíveis somente por trilhas e um excelente ponto para um rapel negativo de 45 metros - na minha opinião um dos melhores pontos do Rio de Janeiro.</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/1.jpg" alt="" title="pedra da tartaruga" /><br /><small>Pedra da Tartaruga - Barra de Guaratiba - Rio de Janeiro</small></center></p>
<p>O pessoal se encontrou no Select da Ilha por volta das 7:40 da manhã, de lá a nossa van partiu em direção a Guaratiba (um lugar longe pra cascalho). Paramos no terminal da Alvorada na Barra para pegarmos mais uma das integrantes e fomos pra o nosso destino.</p>
<p>A trilha começa pelo asfalto com uma longa subida por ladeiras íngrimes, no final da praia onde nossa van nos deixou. O comércio nessa praia é composto basicamente de barzinhos, o que pode ser muito útil depois da trilha, afinal de contas não é nada ruim juntar a galera para uma cervejinha ou um refrigerante pós trilha.</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/tartaruga2.jpg" alt="" title="Adriana, Fidel e eu - praia onde começa a subida para a trilha" /><br /><small>Adriana, Fidel e eu - praia onde começa a subida para a trilha</small></center></p>
<p>Subimos pelas ladeiras até chegarmos a uma viela de terra batida onde começa a trilha efetivamente. A caminhada dura em média 1 hora em um ritmo leve por uma trilha bem aberta e afetada pelo clima seco, o que a torna arenosa e escorregadia em alguns trechos. A cobertura vegetal pequena é suficiente para proteger os caminhantes na grande maioria do percurso só acabando quando já se está de frente para a Pedra da Tartaruga. A partir deste ponto o sol começa a incomodar. Aliás, protetor solar lá é obrigatório.</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/tartaruga3.jpg" alt="" title="Wellington, Adriana e Fidel - na trilha da Tartaruga" /><br /><small>Wellington, Adriana e Fidel - na trilha da Tartaruga</small></center></p>
<p>O dia estava agitado e lindo. Tinham pelo menos uns 3 ou 4 grupos rapelando na pedra da Tartaruga, o que gerou uma &#8220;fila&#8221; de espera para que o pessoal pudesse descer. Mas isso não era problema, não com a vista que nós tínhamos lá de cima e com o clima da galera. Lá de cima é possível ver as praias selvagens de Guaratiba (Praia do Meio, Funda, Inferno e Perigoso) - acessíveis somente por trilha. Enquanto nós esperávamos para descer alguns foram dar um mergulho, com esse marzão basta olhar as fotos/vídeos para ter vontade de cair na água.</p>
<p><center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/mspHNGJIK0Y&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/mspHNGJIK0Y&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
<p>Usamos duas cordas paralelas para descermos no rapel. Assim sempre que alguém sem experiência descia algum dos instrutores ou até eu mesmo descia junto encordado com a pessoa através de uma fita solteira. Além disso tínhamos segurança embaixo travando as cordas em caso de possíveis problemas.</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/tartaruga4.jpg" alt="" title="Uma das meninas mais novas descendo com um acompanhante" /><br /><small>Uma das meninas mais novas descendo com um acompanhante</small></center></p>
<p>A descida não tem nada de demais - fora o visual que é espetacular. O negativo que assustou alguns participantes foi vencido facilmente sem maiores problemas. O grande macete de uma parede com um grande trecho de negativo é a técnica no ponto entre o trecho positivo e o início do negativo. Assim que o trecho negativo for começar basta manter os pés na parede e deixar o corpo inclinar para trás. Tão logo o seu corpo passe do nível onde o negativo começa basta retirar os pés da rocha e descer livre. Simples e sem riscos de impactos.</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/tartaruga5.jpg" alt="" title="Descendo no apoio do Wellington - primeiro rapel dele e já começou bem" /><br /><small>Descendo no apoio do Wellington - primeiro rapel dele e já começou bem</small></center></p>
<p>E o dia terminou na praia (já sem sol) e depois num quiosque bebendo umas cervejas e uns refrigerantes enquanto nós esperávamos o resto do grupo. Mais um domingo perfeito.</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/tartaruga6.jpg" alt="" title="Detalhe do ponto de rapel" /><br /><small>Detalhe do ponto de rapel na Pedra da Tartaruga</small></center></p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/tartaruga7.jpg" alt="" title="Final de dia - Wellington, Adriana e Eu" /><br /><small>Final de dia - Wellington, Adriana e Eu</small></center></p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/tartaruga8.jpg" alt="" title="Sol começando a se pôr, durante a volta" /><br /><small>Sol começando a se pôr, durante a volta</small></center></p>
<blockquote><p><img align="left" src='http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/icone_foto.gif' alt='icone_foto.gif' /><strong>Veja mais fotos na galeria do site:</strong> <a href="http://trekking.marionery.com/?page_id=5">clique aqui</a>.</p></blockquote>
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		<title>Nó Oito Duplo - fechado e de encordamento</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Aug 2008 13:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[nós]]></category>

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		<description><![CDATA[O nó oito duplo ou azelha em oito é sem dúvida o principal e mais importante nó de escalada que existe. Ele é o responsável por manter os escaladores conectados na corda. Aprender esse nó corretamente e fazê-lo sem erro é fundamental para a sua segurança, um erro nele e você pode morrer durante uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O nó oito duplo ou azelha em oito é sem dúvida o principal e mais importante nó de escalada que existe. Ele é o responsável por manter os escaladores conectados na corda. Aprender esse nó corretamente e fazê-lo sem erro é fundamental para a sua segurança, um erro nele e você pode morrer durante uma queda&#8230; Esse é o principal nó de ancoragem.</p>
<p>Existem dois modos para confeccionar este nó, uma é a forma de encordamento (também conhecida como oito pela ponta) e a outra é a forma fechada do nó (ou oito direcionado). Abaixo você confere ilustrações e um vídeo mostrando a aplicação do oito duplo fechado e para encordamento.</p>
<p><strong>Oito Duplo pela ponta (para encordamento):</strong></p>
<p><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/oito-encordamento.jpg" alt="" title="oito-encordamento" class="aligncenter size-full wp-image-165" /></p>
<p><strong>Oito Duplo Direcionado ou Fechado:</strong></p>
<p><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/oito-fechado.jpg" alt="" title="oito-fechado" class="aligncenter size-full wp-image-166" /></p>
<p>Um vídeo mostrando a execução dos dois modos do Oito Duplo. Vale a pena lembrar que o oito duplo também pode ser usado para união de cordas do mesmo diâmetro, mas ele é pouco visto nesta função. A união de cordas (fato comum no rapel) é mais comum com o nó de pescador duplo ou com um nó de montanha (half-hitch) que nada mais é do que um nó cego dado em duas cordas!</p>
<p>Fiquem com o vídeo do oito duplo:</p>
<p><center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vEYuQO6U6nc&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/vEYuQO6U6nc&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
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		<title>Solteira com Daisy Chain? Cuidado!</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Aug 2008 12:18:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Um vídeo da Black Diamond mostrando o risco de se usar uma daisy chain como cabo solteiro. Eu já vi algumas fotos de escaladores usando esse equipamento para a função de solteira&#8230; Veja o vídeo sobre o risco (em inglês):

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um vídeo da Black Diamond mostrando o risco de se usar uma daisy chain como cabo solteiro. Eu já vi algumas fotos de escaladores usando esse equipamento para a função de solteira&#8230; Veja o vídeo sobre o risco (em inglês):</p>
<p><center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/58qWRr4LiBY&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/58qWRr4LiBY&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
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		<title>Aprenda a escolher uma barraca</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Aug 2008 12:12:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

		<category><![CDATA[barracas]]></category>

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		<description><![CDATA[As barracas são fabricadas em modelos diversos que servem para as mais variadas situações, indo desde campings em praias e campos até acampamentos base em alta montanha (acima dos 6-7 mil metros de altitude). Saber escolher uma barraca levando em conta as suas necessidades é importante, por isso eu vou reproduzir aqui no blog um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As barracas são fabricadas em modelos diversos que servem para as mais variadas situações, indo desde campings em praias e campos até acampamentos base em alta montanha (acima dos 6-7 mil metros de altitude). Saber escolher uma barraca levando em conta as suas necessidades é importante, por isso eu vou reproduzir aqui no blog um artigo publicado no <a href="http://azimutantes.blogspot.com" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">blog Azimutantes</a> onde o pessoal fala sobre os tipos de barracas, suas características principais, dicas para o transporte e conservação.</p>
<p><center><strong>&#8230;&#8230;&#8230;.</strong></center></p>
<p>Seja para alta montanha ou para um camping na praia, elas estão sempre presentes nos abrigando das tempestades ou do sol escaldante. Nos dias de chuva contínua uma boa barraca é a garantia de equipamentos secos e noites bem dormidas. Neste artigo tentamos fornecer alguns detalhes e informações que poderão ajudar na hora da escolha da barraca ideal.</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/barraca1.jpg" alt="" title="barraca" /></center></p>
<p><strong>MODELOS:</strong></p>
<p>Vários são os modelos de barracas que encontramos no mercado, cada qual com seus pontos fortes e fracos, cabe a cada um escolher aquele que melhor lhe atenda. Abaixo separamos alguns modelos mais indicados para excursionismo.</p>
<p><strong>1. Canadense:</strong></p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/canadense.jpg" alt="" title="barraca canadense" /></center><br />
Barraca em formato triangular, têm pouco espaço interno se comparada com os outros modelos além de ser muito pesada devido a sua armação que geralmente é feita de aço. Foi muito utilizada antigamente mas atualmente está sendo substituída pela barraca iglu. </p>
<p><strong>2. Iglu:</strong></p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/iglu.jpg" alt="" title="barraca iglu" /></center><br />
Bem conhecido hoje em dia, este modelo em formato de iglu é constituído basicamente por duas varetas que se cruzam e que mantém a barraca armada mesmo ser estar especada, também têm boa resistência ao vento e não é tão pesada quanto as barracas canadenses.</p>
<p><strong>3. Tubular:</strong></p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/tubular.jpg" alt="" title="barraca tubular" /></center><br />
Barraca em formato de túnel, bastante resistente ao vento e leve devido sua estrutura ser composta apenas de varetas curvadas, possuí bom espaço interno. Diferentes das barracas Iglu as tubulares tem que ser especadas para que fiquem armadas.</p>
<p><strong>4. Geodésica:</strong></p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/geodesica.jpg" alt="" title="barraca geodesica" /></center><br />
Barraca semelhante a Iglu mas com a disposição das varetas diferente para melhorar a resistência aos fortes ventos de montanha, normalmente são compostas de três varetas ou mais de alumínio 7075.</p>
<p><strong>5. Armação por Polos:</strong></p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/armacaopolos.jpg" alt="" title="barraca de armação por polos" /></center><br />
Este modelo não muito difundido aqui no Brasil é constituído basicamente por um teto de nylon que é sustentado por bastões de caminhada ou amarrado em árvores, alguns modelos possuem um piso opcional que pode ser adquirido separadamente. Ótimo para quem procura proteção e leveza. Este modelo é comercializado no Brasil pela Black Diamond.</p>
<p><strong>CONDENSAÇÃO:</strong></p>
<p>Este fenômeno acontece em quase todos os tipos de barracas, da mesma forma que acontece no banheiro quando tomamos banho quente e o vapor se condensa ao encontrar o azulejo frio acontece com a nossa respiração e com a transpiração do corpo que aquecem o ar no interior da barraca e o mesmo ao encontrar a superfície gelada do nylon se condensa. O problema da condensação é onde ela ocorre, nas barracas com sobre-teto total a condensação ocorre no sobre-teto escorrendo para o chão e não para o interior da barraca, diferente das barracas sem sobre-teto onde a condensação acontece no nylon interno e escorre diretamente para o piso da barraca molhando os equipamentos e roupas que ali estiverem.A ventilação também é fator importante pois quanto melhor for a troca de ar menor será a possibilidade de ocorrer condensação.</p>
<p><strong>CARACTERÍSTICAS:</strong></p>
<p>Existem algumas características que variam dependendo do modelo de barraca e do fabricante, abaixo estão listadas as principais:</p>
<p><strong>Varetas:</strong> São a estrutura da barraca, geralmente são conectadas internamente por um elástico que facilita na montagem e desmontagem, normalmente são feitas de fibra de vidro oca ou de tubos de alumínio aeronáutico:</p>
<p>Fibra de Vidro: Mais barata que a de alumínio porém mais pesada e frágil. É indicada para camping convencional onde as condições climáticas não são tão exigentes.·</p>
<p>Alumínio: Feita de tubo de alumínio extrudado 7075 é mais leve e resistente que a fibra, ideal para situações de ventos fortes, neve e onde o peso faz diferença como em longas caminhadas ou escaladas de alta montanha.</p>
<p><strong>Costuras Seladas:</strong> Garantem a impermeabilidade das costuras e protegem as linhas por mais tempo.</p>
<p><strong>Nylon Rip-Stop:</strong>Trata-se de um tipo de nylon que se por ventura for perfurado impede que o rasgo aumente inutilizando a barraca, utilizado por poucos fabricantes de barracas nacionais.</p>
<p><strong>Barracas sem Sobre-Teto:</strong></p>
<p><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/semsobreteto.jpg" align="left" alt="" title="barraca sem sobreteto completo" /> As barracas são constituídas pelo corpo e pelo sobre-teto, em algumas barracas o corpo é praticamente todo em nylon impermeável com uma pequena parte de tela na porta e no topo da barraca e o com um pequeno teto de nylon que cobre apenas a parte de tela do topo. Neste modelo a condensação é comum pois a ventilação não é eficiente. Hoje em dia existem alguns fabricantes internacionais que produzem este tipo de barraca com tela apenas na porta, sendo o corpo todo de tecido especial impermeável e respirável eliminando o problema da condensação. A vantagem deste modelo é a leveza devido a pouca quantidade de pano.</p>
<p><strong>Barracas com Sobre-Teto:</strong></p>
<p><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/comsobreteto.jpg" align="left" alt="" title="barraca com sobreteto completo" /> Nas barracas que possuem o corpo de tela ou nylon respirável e sobre-teto de nylon impermeável o problema da condensação é quase nulo (podendo ocorrer no piso) pois é criada uma camada de ar entre o sobre-teto e o corpo, melhorando a circulação de ar e também possibilitando que a condensação ocorra no sobre-teto e escorra para o chão e não para o piso da barraca. A distância que o sobre-teto fica do chão faz diferença, quanto maior a distância maior é a ventilação, para climas frios é aconselhável que o sobre-teto fique próximo ao chão mantendo assim o ar quente no interior da barraca.</p>
<p><strong>Coluna d&#8217;água:</strong></p>
<p>Hoje em dia alguns fabricantes têm fornecido um valor para a impermeabilização do tecido, esse valor é resultado de um teste em coluna d&#8217;água e quanto mais alto mais forte é a impermeabilização, esse valor é especificado em milímetros, por exemplo: 1500mm. Valores entre 1000 e 1500 são suficientes para o clima brasileiro.</p>
<p><strong>Tirantes (cordinhas):</strong> São pontos de reforço laterais que servem para dar mais estabilidade a barraca nos dias de ventania ou em temporais.</p>
<p><strong>Tomadas de ar (dutos de ventilação):</strong> Ajudam na ventilação da barraca e podem ser fechadas se necessário.</p>
<p><strong>Avanço ou Avancê:</strong> Trata-se de uma área útil onde podemos deixar mochilas, botas, materiais de cozinha, etc ou utilizarmos de cozinha em dias de chuva. Esse é um item importante na barraca pois possibilita um ganho de espaço interno.</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/avance.jpg" alt="" title="detalhe do avancê da barraca" /></center></p>
<p><strong>Sobre-teto Aluminizado:</strong> Alguns fabricantes costumam tratar o sobre-teto com um pigmento aluminizado para melhorar o isolamento térmico, segundo testes esta pigmentação pode reduzir a temperatura interna em até 7ºC nos dias de sol forte.</p>
<p><strong>Saia:</strong> Atualmente as barracas voltadas para neve vem acompanhadas com uma saia que pode ser enterrada na neve para impedir a ação dos fortes ventos e manter o ar quente no interior da barraca.</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/saia.jpg" alt="" title="saia em uma barraca de neve" /></center></p>
<p><strong>Como Transportar sua Barraca:</strong></p>
<p>Geralmente as barracas vêm acompanhadas de uma sacolinha de transporte que é muito útil quando vamos acampar de carro ou quando não vamos nos locomover muito, mas quando surge a necessidade de acondicionarmos a barraca na mochila a sacolinha torna-se dispensável e a barraca pode ser dividida pela mochila. As varetas podem ir no lado de fora da mochila, na posição vertical enfiadas no bolso lateral inferior e presas nas fitas de compactação. O teto e o sobre-teto podem ser colocados no fundo da mochila com os espeques.</p>
<p><strong>Estações:</strong></p>
<p>Na América do Norte eles costumam definir as barracas por três estações ou quatro estações, uma barraca três estações é projetada para ser usada na primavera, verão e outono mas não é suficiente para agüentar uma tempestade de inverno, sendo então necessário uma quatro estações. Lembrando que estas estações estão relacionadas ao clima de lá.</p>
<p>Antes de comprar sua barraca verifique os seguintes fatores:</p>
<p>· Para qual atividade e para quantas pessoas será usada a barraca.<br />
· Qual é o clima do local onde será usada a barraca.<br />
· Peso e volume<br />
· Espaço Interno<br />
· Ventilação · Facilidade para armar</p>
<p><strong>Como Conservar sua Barraca:</strong></p>
<p>· Nunca guarde sua barraca molhada ou úmida, isso pode causar mofo e inutilizar sua barraca.<br />
· Procure não entrar com sapatos ou botas no interior barraca, evitando rasgos e sujeira.<br />
· Procure sempre retirar pedras e galhos do terreno onde será armada a barraca; além do desconforto causado durante a noite podem perfurar o piso da barraca;<br />
· Não utilize chamas dentro da barraca.<br />
· Areia e sujeira podem causar sérios danos nos zíperes, mantenha-os sempre limpos, uma escova de dente é uma boa ajuda na hora da limpeza.<br />
· Apesar de alguns fabricantes utilizarem um tipo de protetor solar nos tecidos a exposição prolongada da barraca ao sol e conseqüentemente aos raios UV altera a cor do tecido e degrada o tratamento impermeabilizante, esse efeito pode ser minimizado armando a barraca em lugares com sombra ou onde não bata sol o dia todo.<br />
· Lave a barraca apenas com água e sabão neutro.</p>
<p><strong>Dicas:</strong></p>
<p>· Caso a barraca seja nova, monte-a em casa antes de ir para o campo evitando problemas inesperados.<br />
· Antes de desmontar a barraca feche os zíperes, isso facilita bastante quando for dobra-la.<br />
· Algumas pessoas têm o hábito de cavar canaletas em volta da barraca para drenagem da água de chuva, esta prática está obsoleta pois degrada o local e traz sérias conseqüências para o terreno.<br />
· Procure um terreno plano, terrenos inclinados causam desconforto durante a noite e podem ser passagem de água em caso de chuva, observe também se não há risco de alagamento.<br />
· Monte a barraca no sentido do vento, isto ajuda a manter a estabilidade da mesma.<br />
· Com o tempo a barraca pode perder um pouco da impermeabilização exigindo que o tecido seja tratado novamente, existem no mercado produtos para esta finalidade tais como NIKWAX, 3M, etc.<br />
· Mantenha a barraca bem esticada evitando que o sobre-teto encoste no corpo e molhe o interior.</p>
<p>Por Marcelo Ney Wood (Fonte: <a href="http://azimutantes.blogspot.com/2008/07/barracas.html" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">Azimutantes</a>)</p>
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		<title>UNICERJ - Acho que encontrei meu clube!</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 23:06:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[unicerj]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algum tempo eu vinha querendo me associar a algum dos clubes excursionistas aqui do Rio de Janeiro. Depois de pesquisar um pouco e depois de duas coincidências eu acabei indo até uma reunião semanal do pessoal do UNICERJ.
Fui muito bem recebido na sede deles no Largo do Machado e acabei me inscrevendo em duas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo eu vinha querendo me associar a algum dos clubes excursionistas aqui do Rio de Janeiro. Depois de pesquisar um pouco e depois de duas coincidências eu acabei indo até uma reunião semanal do pessoal do <a href="http://www.unicerj.org.br" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">UNICERJ</a>.</p>
<p>Fui muito bem recebido na sede deles no Largo do Machado e acabei me inscrevendo em duas atividades simples, duas trilhas na floresta da Tijuca. Uma que aconteceu neste sábado de manhã (Pedra do Conde e Circuito do Anhangüera) e o Pico da Tijuca que acontecerá amanhã. A Pedra do Conde e o Tijuca eu já conhecia, mas a caminhada até o Anhangüera foi muito legal e a rapaziada da UNICERJ é 10!</p>
<p>Parece que eu finalmente vou conseguir escolher um clube de montanha para me associar. Para quem quiser conhecer a UNICERJ aqui vai o endereço do site e da sede deles:</p>
<p><strong>Site:</strong> <a href="http://www.unicerj.org.br" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">http://www.unicerj.org.br</a><br />
<strong>Sede:</strong> Largo do Machado, 29 (Galeria Condor) Sala 609 - Rio de Janeiro<br />
<strong>Reuniões:</strong> Todas as quintas a partir das 20:30</p>
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		<title>Trilha - O que é indispensável na mochila??</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 22:55:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Muita gente que está iniciando na prática do montanhismo costuma começar praticando trekking, ou percorrendo trilhas - chame como preferir. Em geral essas pessoas não sabem o que levar dentro das mochilas e nem sempre perguntam aos guias ou a praticantes mais experientes o que elas devem levar. Existem itens tão importantes quanto o lanche [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muita gente que está iniciando na prática do montanhismo costuma começar praticando trekking, ou percorrendo trilhas - chame como preferir. Em geral essas pessoas não sabem o que levar dentro das mochilas e nem sempre perguntam aos guias ou a praticantes mais experientes o que elas devem levar. Existem itens tão importantes quanto o lanche ou a água que serão consumidos durante a caminhada, mas que nem sempre são óbvios para todos os participantes.</p>
<p>Eu vou montar um resumo dos itens que eu considero importantes para qualquer caminhante que se aventure pelas nossas florestas e montanhas. Confira:</p>
<p><strong>1. Anoraque:</strong> o anoraque é um casaco semelhante a uma capa de chuva e a sua função é proteger a pessoa do vento e da chuva - uma combinação perigosa que pode causar hipotermia em alguém que é pego de surpresa por um temporal no meio de uma aventura;</p>
<p><strong>2. Água extra:</strong> leve sempre um pouco mais de água. Em geral eu costumo levar entre 1,5 Lts e 3 Lts de água dependendo da atividade;</p>
<p><strong>3. Canivete:</strong> uma lâmina é sempre útil. Melhor ainda se for um canivete suíço com multi-funções;</p>
<p><strong>4. Lanterna e pilhas (testadas):</strong> pode acontecer algum imprevisto e a trilha pode acabar no escuro, então não deixe de ter uma lanterna e pilhas na sua mochila. Melhor ainda se você tiver pilhas sobressalentes e até mesmo uma lâmpada de reserva;</p>
<p><strong>5. Micropore/esparadrapo:</strong> esses são legais quando você não sabe se o seu calçado machuca em algum ponto. Se ele começar a incomodar não pense duas vezes, use o micropore/esparadrapo para proteger o ponto do pé onde o calçado está machucando;</p>
<p><strong>6. Isqueiro/fósforos:</strong> se por algum motivo (frio, sinalização, alimentação) for necessário acender uma fogueira a tarefa será bem mais simples se você tiver um isqueiro ou fósforos por perto. No caso dos fósforos mantenha-os em um pote de rosca junto com a lixa da caixinha, assim você os mantém secos. Lembre-se que é proibido acender fogueiras nos parques nacionais brasileiros, só faça isso em situações de real necessidade e mesmo assim tome cuidado com a vegetação ao redor do fogo;</p>
<p><strong>7. Kit de primeiros socorros:</strong> poucos carregam esse item e só dão conta dele quando precisam. Um bom kit pessoal de primeiros socorros deve ter ataduras, gaze, álcool iodado, tesoura pequena, pinça, esparadrapos, soro fisiológico e band-aids para pequenos curativos. Esse é um kit simples para trilhas de um dia no máximo e que não estão longe de áreas povoadas, para montanhas ou caminhadas maiores o kit aumenta, incluindo itens como por exemplo: anti-inflamatórios, anti-ácidos, anti-espasmódicos (para cólicas), anti-diarréicos, descongestionante nasal, analgésicos para dor e febre, comprimidos para náusea e vômitos e sprays para garganta irritada. Vale a pena juntar ao kit um protetor solar e um repelente de mosquitos;</p>
<p><strong>8. Bússola, carta topográfica e/ou GPS:</strong> em algumas situações até pessoas experientes podem se perder, portanto ter uma bússola, uma carta topográfica do local e até mesmo um GPS pode ser fundamental. Agora, leve esses itens mas tenha certeza de que você é capaz de usá-los corretamente&#8230;</p>
<p><strong>9. Apito:</strong> um ótimo item caso seja necessário se comunicar com outras pessoas que estão separadas do grupo ou mesmo solicitar socorro. O som produzido pelo apito atinge um raio bem abrangente;</p>
<p><strong>10. Celular/rádio de comunicação:</strong> hoje em dia o celular tem cobertura em diversos pontos e em muitos casos funciona nas montanhas ou dentro das florestas. Ele ou um rádio de comunicação podem lhe salvar de problemas caso seja necessário chamar socorro;</p>
<p><strong>11. Kit de costura com linha e agulhas:</strong> afinal de contas, você pode rasgar a sua roupa em um galho ou algo assim&#8230;</p>
<p><strong>12. Boné e óculos escuros:</strong> Caminhar em campo aberto debaixo de sol não é nada agradável. Proteja seus olhos e a cabeça. Insolação é um problema tão sério quanto uma hipotermia.</p>
<p>Esses itens são pequenos e com exceção do anoraque (dependendo do modelo do seu anoraque) eles ocupam pouco espaço na mochila e levá-los pode fazer muita diferença durante a sua aventura.</p>
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		<title>Blogs nacionais de montanha</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 21:49:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Dicas e sites]]></category>

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		<description><![CDATA[A internet é uma forma interessante de se manter atualizado sobre notícias, novas técnicas, novas vias e  histórias de outros montanhistas, entre outras coisas.
Nós temos alguns blogs bons de montanha, dentre eles vale a pena conferir estes:
Azimutantes
Cordada Infinita no Wordpress
Cordada Infinita no Blogspot
Blog do Baldin
Blog de escalada
Site do Marski
Eliseu Frechou
Esses são alguns dos blogs [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet é uma forma interessante de se manter atualizado sobre notícias, novas técnicas, novas vias e  histórias de outros montanhistas, entre outras coisas.</p>
<p>Nós temos alguns blogs bons de montanha, dentre eles vale a pena conferir estes:</p>
<p><a href="http://azimutantes.blogspot.com" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">Azimutantes</a><br />
<a href="http://cordadainfinita.wordpress.com/" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">Cordada Infinita no Wordpress</a><br />
<a href="http://cordadainfinita.blogspot.com" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">Cordada Infinita no Blogspot</a><br />
<a href="http://blogdobaldin.blogspot.com/" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">Blog do Baldin</a><br />
<a href="http://pempem.blog.uol.com.br" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">Blog de escalada</a><br />
<a href="http://www.marski.org" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">Site do Marski</a><br />
<a href="http://eliseufrechou.blogspot.com/" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">Eliseu Frechou</a></p>
<p>Esses são alguns dos blogs que eu costumo visitar. Caso alguém tenha outras sugestões é só colocar os links nos comentários.</p>
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		<title>Trilhas gratuitas no Rio</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 00:42:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Muita gente não sabe mas existe uma programação gratuita de trilhas guiadas que acontece freqüentemente em diversos pontos do Rio de Janeiro, dentre eles a Floresta da Tijuca (incluindo a Pedra da Gávea).
As trilhas são executadas por guias credenciados e experientes, que além de levar os caminhantes através do percurso também vão explicando sobre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muita gente não sabe mas existe uma programação gratuita de trilhas guiadas que acontece freqüentemente em diversos pontos do Rio de Janeiro, dentre eles a Floresta da Tijuca (incluindo a Pedra da Gávea).</p>
<p>As trilhas são executadas por guias credenciados e experientes, que além de levar os caminhantes através do percurso também vão explicando sobre a história do local ou sobre algum assunto relacionado com o passeio, tais como: manejo florestal, água, flora e fauna, impacto ambiental, etc&#8230; </p>
<p>Essa programação pode ser encontrada no site <a href="http://riotrilhas.com.br/Projetos_Floresta.htm" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">Rio Trilhas</a>. Eu não tive a oportunidade de participar dos passeios ainda, mas já comentei com uma amiga que costuma me acompanhar nas minhas trilhas e ela gostou bastante da idéia. Fica a dica para vocês.</p>
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		<title>ATM 2008</title>
		<link>http://trekking.marionery.com/2008/04/27/atm-2008/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Apr 2008 23:52:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse domingo (27-04-2008) aconteceu a abertura da temporada de montanhismo do Rio de Janeiro, na Urca - tradicional ponto escola de escalada da cidade.
A ATM 2008 uniu os clubes excursionistas da cidade e alguns do estado das 08:00 as 18:00 hrs. Contando com a presença de stands de lojas de esportes de aventura e associações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse domingo (27-04-2008) aconteceu a abertura da temporada de montanhismo do Rio de Janeiro, na Urca - tradicional ponto escola de escalada da cidade.</p>
<p>A ATM 2008 uniu os clubes excursionistas da cidade e alguns do estado das 08:00 as 18:00 hrs. Contando com a presença de stands de lojas de esportes de aventura e associações de montanha, como a Aguiperj. Desde cedo as vias do morro da Babilônia estavam congestionadas, muitos escaladores participaram do evento.</p>
<p><center><img src='http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/stand_atm2008.jpg' alt='ATM 2008' /><br /><small>Stand do CEC - Clube Excursionista Carioca na ATM 2008</small></center></p>
<p>Além das vias de escalada, a trilha sai da pista Cláudio Coutinho e vai até o Morro da Urca estava bem movimentada, contando com visitantes tradicionais e com grupos guiados por montanhistas de clubes e empresas que estavam no local.</p>
<p><center><img src='http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/por-do-sol-urca.jpg' alt='Pôr do Sol na Urca' /><br /><small>Pôr do Sol na Urca com o Corcovado ao fundo</small></center></p>
<p>O dia colaborou bastante e eu tive o prazer de fazer a trilha da Urca e depois dar uma volta pelo bairro. O som da ATM estava perfeito também, clássicos da década de 80-90 - só coisa boa!</p>
<p>O dia começou na ATM, foi para o Morro da Urca e acabou na praia da Urca com uma cervejinha gelada e muito papo entre eu e a Elque, minha parceira de trilha mais recente. E já que eu falei que o som do evento estava muito bom eu vou deixar vocês com um clássico da época. Em breve mais imagens, assim que eu receber as fotos da Elque eu publico tudo na galeria do blog. Pra curtir o som é só clicar no botão a seguir:</p>
<p></p>
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A ATM ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Esse domingo (27-04-2008) aconteceu a abertura da temporada de montanhismo do Rio de Janeiro, na Urca - tradicional ponto escola de escalada da cidade.

A ATM 2008 uniu os clubes excursionistas da cidade e alguns do estado das 08:00 as 18:00 hrs. Contando com a presenccedil;a de stands de lojas de esportes de aventura e associaccedil;otilde;es de montanha, como a Aguiperj. Desde cedo as vias do morro da Babilocirc;nia estavam congestionadas, muitos escaladores participaram do evento.

Stand do CEC - Clube Excursionista Carioca na ATM 2008

Aleacute;m das vias de escalada, a trilha sai da pista Claacute;udio Coutinho e vai ateacute; o Morro da Urca estava bem movimentada, contando com visitantes tradicionais e com grupos guiados por montanhistas de clubes e empresas que estavam no local.

Pocirc;r do Sol na Urca com o Corcovado ao fundo

O dia colaborou bastante e eu tive o prazer de fazer a trilha da Urca e depois dar uma volta pelo bairro. O som da ATM estava perfeito tambeacute;m, claacute;ssicos da deacute;cada de 80-90 - soacute; coisa boa!

O dia comeccedil;ou na ATM, foi para o Morro da Urca e acabou na praia da Urca com uma cervejinha gelada e muito papo entre eu e a Elque, minha parceira de trilha mais recente. E jaacute; que eu falei que o som do evento estava muito bom eu vou deixar vocecirc;s com um claacute;ssico da eacute;poca. Em breve mais imagens, assim que eu receber as fotos da Elque eu publico tudo na galeria do blog. Pra curtir o som eacute; soacute; clicar no botatilde;o a seguir:

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