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	<title>Trekking Brasil</title>
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	<description>Viagens, trekking, rapel e escalada em rocha</description>
	<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 01:41:13 +0000</pubDate>
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			<title>Trekking Brasil</title>
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		<title>Adventure Sport Fair - SP 2008</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 01:41:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Anotações]]></category>

		<category><![CDATA[adventure sport fair]]></category>

		<category><![CDATA[feiras]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar do nome em inglês a Adventure Sport Fair acontece no Brasil, para ser mais exato em São Paulo no Pavilhão Imigrantes de 4 a 7 de setembro de 2008, daqui há algum tempo.
A feira reúne em um mesmo ambiente tudo que é necessário para atrair a atenção dos loucos por aventuras. Teremos setores de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar do nome em inglês a Adventure Sport Fair acontece no Brasil, para ser mais exato em São Paulo no Pavilhão Imigrantes de 4 a 7 de setembro de 2008, daqui há algum tempo.</p>
<p>A feira reúne em um mesmo ambiente tudo que é necessário para atrair a atenção dos loucos por aventuras. Teremos setores de turismo, off-road, moto, equipamentos (montanha), mergulho, kids, sustentabilidade, vela, surf e muita coisa interessante.</p>
<p>O público que visitará o evento poderá participar de atrações interativas, tais como: tanque de mergulho, pista de esqui, parede de escalada, simulador de vela, simulador de gelo na Patagônia, trilha para testes de quadriciclos e veículos off-road, entre outras coisas.</p>
<p>Para quem está pensando em ir o ingresso custa apenas R$ 20,00. Mais informações sobre o evento e compra de ingressos você obtém através do <a href="http://www.adventurefair.com.br" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">site da Adventure Sport Fair</a></p>
<p>Vou deixar vocês com dois vídeos, um comemorativo sobre os 10 anos da feira (que acontece neste ano) e um outro com um resumo de relatos sobre a feira, confira:</p>
<p><center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zYt4laRnaKU&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/zYt4laRnaKU&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
<p><center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/eglVqZzixC8&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/eglVqZzixC8&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
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		<title>Pedra da Tartaruga - Guaratiba - RJ</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 13:47:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Viagens e aventuras]]></category>

		<category><![CDATA[pedra da tartaruga]]></category>

		<category><![CDATA[rapel]]></category>

		<category><![CDATA[trilhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um lindo domingo de sol e mais um dia de trilha e aventura. O destino desta vez foi a Pedra da Tartaruga, em Barra de Guaratiba - Rio de Janeiro. Um lugar paradisíaco com praias vazias acessíveis somente por trilhas e um excelente ponto para um rapel negativo de 45 metros - na minha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um lindo domingo de sol e mais um dia de trilha e aventura. O destino desta vez foi a Pedra da Tartaruga, em Barra de Guaratiba - Rio de Janeiro. Um lugar paradisíaco com praias vazias acessíveis somente por trilhas e um excelente ponto para um rapel negativo de 45 metros - na minha opinião um dos melhores pontos do Rio de Janeiro.</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/1.jpg" alt="" title="pedra da tartaruga" /><br /><small>Pedra da Tartaruga - Barra de Guaratiba - Rio de Janeiro</small></center></p>
<p>O pessoal se encontrou no Select da Ilha por volta das 7:40 da manhã, de lá a nossa van partiu em direção a Guaratiba (um lugar longe pra cascalho). Paramos no terminal da Alvorada na Barra para pegarmos mais uma das integrantes e fomos pra o nosso destino.</p>
<p>A trilha começa pelo asfalto com uma longa subida por ladeiras íngrimes, no final da praia onde nossa van nos deixou. O comércio nessa praia é composto basicamente de barzinhos, o que pode ser muito útil depois da trilha, afinal de contas não é nada ruim juntar a galera para uma cervejinha ou um refrigerante pós trilha.</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/tartaruga2.jpg" alt="" title="Adriana, Fidel e eu - praia onde começa a subida para a trilha" /><br /><small>Adriana, Fidel e eu - praia onde começa a subida para a trilha</small></center></p>
<p>Subimos pelas ladeiras até chegarmos a uma viela de terra batida onde começa a trilha efetivamente. A caminhada dura em média 1 hora em um ritmo leve por uma trilha bem aberta e afetada pelo clima seco, o que a torna arenosa e escorregadia em alguns trechos. A cobertura vegetal pequena é suficiente para proteger os caminhantes na grande maioria do percurso só acabando quando já se está de frente para a Pedra da Tartaruga. A partir deste ponto o sol começa a incomodar. Aliás, protetor solar lá é obrigatório.</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/tartaruga3.jpg" alt="" title="Wellington, Adriana e Fidel - na trilha da Tartaruga" /><br /><small>Wellington, Adriana e Fidel - na trilha da Tartaruga</small></center></p>
<p>O dia estava agitado e lindo. Tinham pelo menos uns 3 ou 4 grupos rapelando na pedra da Tartaruga, o que gerou uma &#8220;fila&#8221; de espera para que o pessoal pudesse descer. Mas isso não era problema, não com a vista que nós tínhamos lá de cima e com o clima da galera. Lá de cima é possível ver as praias selvagens de Guaratiba (Praia do Meio, Funda, Inferno e Perigoso) - acessíveis somente por trilha. Enquanto nós esperávamos para descer alguns foram dar um mergulho, com esse marzão basta olhar as fotos/vídeos para ter vontade de cair na água.</p>
<p><center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/mspHNGJIK0Y&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/mspHNGJIK0Y&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
<p>Usamos duas cordas paralelas para descermos no rapel. Assim sempre que alguém sem experiência descia algum dos instrutores ou até eu mesmo descia junto encordado com a pessoa através de uma fita solteira. Além disso tínhamos segurança embaixo travando as cordas em caso de possíveis problemas.</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/tartaruga4.jpg" alt="" title="Uma das meninas mais novas descendo com um acompanhante" /><br /><small>Uma das meninas mais novas descendo com um acompanhante</small></center></p>
<p>A descida não tem nada de demais - fora o visual que é espetacular. O negativo que assustou alguns participantes foi vencido facilmente sem maiores problemas. O grande macete de uma parede com um grande trecho de negativo é a técnica no ponto entre o trecho positivo e o início do negativo. Assim que o trecho negativo for começar basta manter os pés na parede e deixar o corpo inclinar para trás. Tão logo o seu corpo passe do nível onde o negativo começa basta retirar os pés da rocha e descer livre. Simples e sem riscos de impactos.</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/tartaruga5.jpg" alt="" title="Descendo no apoio do Wellington - primeiro rapel dele e já começou bem" /><br /><small>Descendo no apoio do Wellington - primeiro rapel dele e já começou bem</small></center></p>
<p>E o dia terminou na praia (já sem sol) e depois num quiosque bebendo umas cervejas e uns refrigerantes enquanto nós esperávamos o resto do grupo. Mais um domingo perfeito.</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/tartaruga6.jpg" alt="" title="Detalhe do ponto de rapel" /><br /><small>Detalhe do ponto de rapel na Pedra da Tartaruga</small></center></p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/tartaruga7.jpg" alt="" title="Final de dia - Wellington, Adriana e Eu" /><br /><small>Final de dia - Wellington, Adriana e Eu</small></center></p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/tartaruga8.jpg" alt="" title="Sol começando a se pôr, durante a volta" /><br /><small>Sol começando a se pôr, durante a volta</small></center></p>
<blockquote><p><img align="left" src='http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/icone_foto.gif' alt='icone_foto.gif' /><strong>Veja mais fotos na galeria do site:</strong> <a href="http://trekking.marionery.com/?page_id=5">clique aqui</a>.</p></blockquote>
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		<title>Nó Oito Duplo - fechado e de encordamento</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Aug 2008 13:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>

		<category><![CDATA[nós]]></category>

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		<description><![CDATA[O nó oito duplo ou azelha em oito é sem dúvida o principal e mais importante nó de escalada que existe. Ele é o responsável por manter os escaladores conectados na corda. Aprender esse nó corretamente e fazê-lo sem erro é fundamental para a sua segurança, um erro nele e você pode morrer durante uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O nó oito duplo ou azelha em oito é sem dúvida o principal e mais importante nó de escalada que existe. Ele é o responsável por manter os escaladores conectados na corda. Aprender esse nó corretamente e fazê-lo sem erro é fundamental para a sua segurança, um erro nele e você pode morrer durante uma queda&#8230; Esse é o principal nó de ancoragem.</p>
<p>Existem dois modos para confeccionar este nó, uma é a forma de encordamento (também conhecida como oito pela ponta) e a outra é a forma fechada do nó (ou oito direcionado). Abaixo você confere ilustrações e um vídeo mostrando a aplicação do oito duplo fechado e para encordamento.</p>
<p><strong>Oito Duplo pela ponta (para encordamento):</strong></p>
<p><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/oito-encordamento.jpg" alt="" title="oito-encordamento" class="aligncenter size-full wp-image-165" /></p>
<p><strong>Oito Duplo Direcionado ou Fechado:</strong></p>
<p><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/oito-fechado.jpg" alt="" title="oito-fechado" class="aligncenter size-full wp-image-166" /></p>
<p>Um vídeo mostrando a execução dos dois modos do Oito Duplo. Vale a pena lembrar que o oito duplo também pode ser usado para união de cordas do mesmo diâmetro, mas ele é pouco visto nesta função. A união de cordas (fato comum no rapel) é mais comum com o nó de pescador duplo ou com um nó de montanha (half-hitch) que nada mais é do que um nó cego dado em duas cordas!</p>
<p>Fiquem com o vídeo do oito duplo:</p>
<p><center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vEYuQO6U6nc&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/vEYuQO6U6nc&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
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		<title>Solteira com Daisy Chain? Cuidado!</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Aug 2008 12:18:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Um vídeo da Black Diamond mostrando o risco de se usar uma daisy chain como cabo solteiro. Eu já vi algumas fotos de escaladores usando esse equipamento para a função de solteira&#8230; Veja o vídeo sobre o risco (em inglês):

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um vídeo da Black Diamond mostrando o risco de se usar uma daisy chain como cabo solteiro. Eu já vi algumas fotos de escaladores usando esse equipamento para a função de solteira&#8230; Veja o vídeo sobre o risco (em inglês):</p>
<p><center><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/58qWRr4LiBY&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/58qWRr4LiBY&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></center></p>
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		<title>Aprenda a escolher uma barraca</title>
		<link>http://trekking.marionery.com/2008/08/10/aprenda-a-escolher-uma-barraca/</link>
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		<pubDate>Sun, 10 Aug 2008 12:12:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

		<category><![CDATA[barracas]]></category>

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		<description><![CDATA[As barracas são fabricadas em modelos diversos que servem para as mais variadas situações, indo desde campings em praias e campos até acampamentos base em alta montanha (acima dos 6-7 mil metros de altitude). Saber escolher uma barraca levando em conta as suas necessidades é importante, por isso eu vou reproduzir aqui no blog um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As barracas são fabricadas em modelos diversos que servem para as mais variadas situações, indo desde campings em praias e campos até acampamentos base em alta montanha (acima dos 6-7 mil metros de altitude). Saber escolher uma barraca levando em conta as suas necessidades é importante, por isso eu vou reproduzir aqui no blog um artigo publicado no <a href="http://azimutantes.blogspot.com" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">blog Azimutantes</a> onde o pessoal fala sobre os tipos de barracas, suas características principais, dicas para o transporte e conservação.</p>
<p><center><strong>&#8230;&#8230;&#8230;.</strong></center></p>
<p>Seja para alta montanha ou para um camping na praia, elas estão sempre presentes nos abrigando das tempestades ou do sol escaldante. Nos dias de chuva contínua uma boa barraca é a garantia de equipamentos secos e noites bem dormidas. Neste artigo tentamos fornecer alguns detalhes e informações que poderão ajudar na hora da escolha da barraca ideal.</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/barraca1.jpg" alt="" title="barraca" /></center></p>
<p><strong>MODELOS:</strong></p>
<p>Vários são os modelos de barracas que encontramos no mercado, cada qual com seus pontos fortes e fracos, cabe a cada um escolher aquele que melhor lhe atenda. Abaixo separamos alguns modelos mais indicados para excursionismo.</p>
<p><strong>1. Canadense:</strong></p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/canadense.jpg" alt="" title="barraca canadense" /></center><br />
Barraca em formato triangular, têm pouco espaço interno se comparada com os outros modelos além de ser muito pesada devido a sua armação que geralmente é feita de aço. Foi muito utilizada antigamente mas atualmente está sendo substituída pela barraca iglu. </p>
<p><strong>2. Iglu:</strong></p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/iglu.jpg" alt="" title="barraca iglu" /></center><br />
Bem conhecido hoje em dia, este modelo em formato de iglu é constituído basicamente por duas varetas que se cruzam e que mantém a barraca armada mesmo ser estar especada, também têm boa resistência ao vento e não é tão pesada quanto as barracas canadenses.</p>
<p><strong>3. Tubular:</strong></p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/tubular.jpg" alt="" title="barraca tubular" /></center><br />
Barraca em formato de túnel, bastante resistente ao vento e leve devido sua estrutura ser composta apenas de varetas curvadas, possuí bom espaço interno. Diferentes das barracas Iglu as tubulares tem que ser especadas para que fiquem armadas.</p>
<p><strong>4. Geodésica:</strong></p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/geodesica.jpg" alt="" title="barraca geodesica" /></center><br />
Barraca semelhante a Iglu mas com a disposição das varetas diferente para melhorar a resistência aos fortes ventos de montanha, normalmente são compostas de três varetas ou mais de alumínio 7075.</p>
<p><strong>5. Armação por Polos:</strong></p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/armacaopolos.jpg" alt="" title="barraca de armação por polos" /></center><br />
Este modelo não muito difundido aqui no Brasil é constituído basicamente por um teto de nylon que é sustentado por bastões de caminhada ou amarrado em árvores, alguns modelos possuem um piso opcional que pode ser adquirido separadamente. Ótimo para quem procura proteção e leveza. Este modelo é comercializado no Brasil pela Black Diamond.</p>
<p><strong>CONDENSAÇÃO:</strong></p>
<p>Este fenômeno acontece em quase todos os tipos de barracas, da mesma forma que acontece no banheiro quando tomamos banho quente e o vapor se condensa ao encontrar o azulejo frio acontece com a nossa respiração e com a transpiração do corpo que aquecem o ar no interior da barraca e o mesmo ao encontrar a superfície gelada do nylon se condensa. O problema da condensação é onde ela ocorre, nas barracas com sobre-teto total a condensação ocorre no sobre-teto escorrendo para o chão e não para o interior da barraca, diferente das barracas sem sobre-teto onde a condensação acontece no nylon interno e escorre diretamente para o piso da barraca molhando os equipamentos e roupas que ali estiverem.A ventilação também é fator importante pois quanto melhor for a troca de ar menor será a possibilidade de ocorrer condensação.</p>
<p><strong>CARACTERÍSTICAS:</strong></p>
<p>Existem algumas características que variam dependendo do modelo de barraca e do fabricante, abaixo estão listadas as principais:</p>
<p><strong>Varetas:</strong> São a estrutura da barraca, geralmente são conectadas internamente por um elástico que facilita na montagem e desmontagem, normalmente são feitas de fibra de vidro oca ou de tubos de alumínio aeronáutico:</p>
<p>Fibra de Vidro: Mais barata que a de alumínio porém mais pesada e frágil. É indicada para camping convencional onde as condições climáticas não são tão exigentes.·</p>
<p>Alumínio: Feita de tubo de alumínio extrudado 7075 é mais leve e resistente que a fibra, ideal para situações de ventos fortes, neve e onde o peso faz diferença como em longas caminhadas ou escaladas de alta montanha.</p>
<p><strong>Costuras Seladas:</strong> Garantem a impermeabilidade das costuras e protegem as linhas por mais tempo.</p>
<p><strong>Nylon Rip-Stop:</strong>Trata-se de um tipo de nylon que se por ventura for perfurado impede que o rasgo aumente inutilizando a barraca, utilizado por poucos fabricantes de barracas nacionais.</p>
<p><strong>Barracas sem Sobre-Teto:</strong></p>
<p><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/semsobreteto.jpg" align="left" alt="" title="barraca sem sobreteto completo" /> As barracas são constituídas pelo corpo e pelo sobre-teto, em algumas barracas o corpo é praticamente todo em nylon impermeável com uma pequena parte de tela na porta e no topo da barraca e o com um pequeno teto de nylon que cobre apenas a parte de tela do topo. Neste modelo a condensação é comum pois a ventilação não é eficiente. Hoje em dia existem alguns fabricantes internacionais que produzem este tipo de barraca com tela apenas na porta, sendo o corpo todo de tecido especial impermeável e respirável eliminando o problema da condensação. A vantagem deste modelo é a leveza devido a pouca quantidade de pano.</p>
<p><strong>Barracas com Sobre-Teto:</strong></p>
<p><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/comsobreteto.jpg" align="left" alt="" title="barraca com sobreteto completo" /> Nas barracas que possuem o corpo de tela ou nylon respirável e sobre-teto de nylon impermeável o problema da condensação é quase nulo (podendo ocorrer no piso) pois é criada uma camada de ar entre o sobre-teto e o corpo, melhorando a circulação de ar e também possibilitando que a condensação ocorra no sobre-teto e escorra para o chão e não para o piso da barraca. A distância que o sobre-teto fica do chão faz diferença, quanto maior a distância maior é a ventilação, para climas frios é aconselhável que o sobre-teto fique próximo ao chão mantendo assim o ar quente no interior da barraca.</p>
<p><strong>Coluna d&#8217;água:</strong></p>
<p>Hoje em dia alguns fabricantes têm fornecido um valor para a impermeabilização do tecido, esse valor é resultado de um teste em coluna d&#8217;água e quanto mais alto mais forte é a impermeabilização, esse valor é especificado em milímetros, por exemplo: 1500mm. Valores entre 1000 e 1500 são suficientes para o clima brasileiro.</p>
<p><strong>Tirantes (cordinhas):</strong> São pontos de reforço laterais que servem para dar mais estabilidade a barraca nos dias de ventania ou em temporais.</p>
<p><strong>Tomadas de ar (dutos de ventilação):</strong> Ajudam na ventilação da barraca e podem ser fechadas se necessário.</p>
<p><strong>Avanço ou Avancê:</strong> Trata-se de uma área útil onde podemos deixar mochilas, botas, materiais de cozinha, etc ou utilizarmos de cozinha em dias de chuva. Esse é um item importante na barraca pois possibilita um ganho de espaço interno.</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/avance.jpg" alt="" title="detalhe do avancê da barraca" /></center></p>
<p><strong>Sobre-teto Aluminizado:</strong> Alguns fabricantes costumam tratar o sobre-teto com um pigmento aluminizado para melhorar o isolamento térmico, segundo testes esta pigmentação pode reduzir a temperatura interna em até 7ºC nos dias de sol forte.</p>
<p><strong>Saia:</strong> Atualmente as barracas voltadas para neve vem acompanhadas com uma saia que pode ser enterrada na neve para impedir a ação dos fortes ventos e manter o ar quente no interior da barraca.</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/saia.jpg" alt="" title="saia em uma barraca de neve" /></center></p>
<p><strong>Como Transportar sua Barraca:</strong></p>
<p>Geralmente as barracas vêm acompanhadas de uma sacolinha de transporte que é muito útil quando vamos acampar de carro ou quando não vamos nos locomover muito, mas quando surge a necessidade de acondicionarmos a barraca na mochila a sacolinha torna-se dispensável e a barraca pode ser dividida pela mochila. As varetas podem ir no lado de fora da mochila, na posição vertical enfiadas no bolso lateral inferior e presas nas fitas de compactação. O teto e o sobre-teto podem ser colocados no fundo da mochila com os espeques.</p>
<p><strong>Estações:</strong></p>
<p>Na América do Norte eles costumam definir as barracas por três estações ou quatro estações, uma barraca três estações é projetada para ser usada na primavera, verão e outono mas não é suficiente para agüentar uma tempestade de inverno, sendo então necessário uma quatro estações. Lembrando que estas estações estão relacionadas ao clima de lá.</p>
<p>Antes de comprar sua barraca verifique os seguintes fatores:</p>
<p>· Para qual atividade e para quantas pessoas será usada a barraca.<br />
· Qual é o clima do local onde será usada a barraca.<br />
· Peso e volume<br />
· Espaço Interno<br />
· Ventilação · Facilidade para armar</p>
<p><strong>Como Conservar sua Barraca:</strong></p>
<p>· Nunca guarde sua barraca molhada ou úmida, isso pode causar mofo e inutilizar sua barraca.<br />
· Procure não entrar com sapatos ou botas no interior barraca, evitando rasgos e sujeira.<br />
· Procure sempre retirar pedras e galhos do terreno onde será armada a barraca; além do desconforto causado durante a noite podem perfurar o piso da barraca;<br />
· Não utilize chamas dentro da barraca.<br />
· Areia e sujeira podem causar sérios danos nos zíperes, mantenha-os sempre limpos, uma escova de dente é uma boa ajuda na hora da limpeza.<br />
· Apesar de alguns fabricantes utilizarem um tipo de protetor solar nos tecidos a exposição prolongada da barraca ao sol e conseqüentemente aos raios UV altera a cor do tecido e degrada o tratamento impermeabilizante, esse efeito pode ser minimizado armando a barraca em lugares com sombra ou onde não bata sol o dia todo.<br />
· Lave a barraca apenas com água e sabão neutro.</p>
<p><strong>Dicas:</strong></p>
<p>· Caso a barraca seja nova, monte-a em casa antes de ir para o campo evitando problemas inesperados.<br />
· Antes de desmontar a barraca feche os zíperes, isso facilita bastante quando for dobra-la.<br />
· Algumas pessoas têm o hábito de cavar canaletas em volta da barraca para drenagem da água de chuva, esta prática está obsoleta pois degrada o local e traz sérias conseqüências para o terreno.<br />
· Procure um terreno plano, terrenos inclinados causam desconforto durante a noite e podem ser passagem de água em caso de chuva, observe também se não há risco de alagamento.<br />
· Monte a barraca no sentido do vento, isto ajuda a manter a estabilidade da mesma.<br />
· Com o tempo a barraca pode perder um pouco da impermeabilização exigindo que o tecido seja tratado novamente, existem no mercado produtos para esta finalidade tais como NIKWAX, 3M, etc.<br />
· Mantenha a barraca bem esticada evitando que o sobre-teto encoste no corpo e molhe o interior.</p>
<p>Por Marcelo Ney Wood (Fonte: <a href="http://azimutantes.blogspot.com/2008/07/barracas.html" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">Azimutantes</a>)</p>
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		<title>UNICERJ - Acho que encontrei meu clube!</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 23:06:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[unicerj]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algum tempo eu vinha querendo me associar a algum dos clubes excursionistas aqui do Rio de Janeiro. Depois de pesquisar um pouco e depois de duas coincidências eu acabei indo até uma reunião semanal do pessoal do UNICERJ.
Fui muito bem recebido na sede deles no Largo do Machado e acabei me inscrevendo em duas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo eu vinha querendo me associar a algum dos clubes excursionistas aqui do Rio de Janeiro. Depois de pesquisar um pouco e depois de duas coincidências eu acabei indo até uma reunião semanal do pessoal do <a href="http://www.unicerj.org.br" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">UNICERJ</a>.</p>
<p>Fui muito bem recebido na sede deles no Largo do Machado e acabei me inscrevendo em duas atividades simples, duas trilhas na floresta da Tijuca. Uma que aconteceu neste sábado de manhã (Pedra do Conde e Circuito do Anhangüera) e o Pico da Tijuca que acontecerá amanhã. A Pedra do Conde e o Tijuca eu já conhecia, mas a caminhada até o Anhangüera foi muito legal e a rapaziada da UNICERJ é 10!</p>
<p>Parece que eu finalmente vou conseguir escolher um clube de montanha para me associar. Para quem quiser conhecer a UNICERJ aqui vai o endereço do site e da sede deles:</p>
<p><strong>Site:</strong> <a href="http://www.unicerj.org.br" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">http://www.unicerj.org.br</a><br />
<strong>Sede:</strong> Largo do Machado, 29 (Galeria Condor) Sala 609 - Rio de Janeiro<br />
<strong>Reuniões:</strong> Todas as quintas a partir das 20:30</p>
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		<title>Trilha - O que é indispensável na mochila??</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 22:55:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Muita gente que está iniciando na prática do montanhismo costuma começar praticando trekking, ou percorrendo trilhas - chame como preferir. Em geral essas pessoas não sabem o que levar dentro das mochilas e nem sempre perguntam aos guias ou a praticantes mais experientes o que elas devem levar. Existem itens tão importantes quanto o lanche [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muita gente que está iniciando na prática do montanhismo costuma começar praticando trekking, ou percorrendo trilhas - chame como preferir. Em geral essas pessoas não sabem o que levar dentro das mochilas e nem sempre perguntam aos guias ou a praticantes mais experientes o que elas devem levar. Existem itens tão importantes quanto o lanche ou a água que serão consumidos durante a caminhada, mas que nem sempre são óbvios para todos os participantes.</p>
<p>Eu vou montar um resumo dos itens que eu considero importantes para qualquer caminhante que se aventure pelas nossas florestas e montanhas. Confira:</p>
<p><strong>1. Anoraque:</strong> o anoraque é um casaco semelhante a uma capa de chuva e a sua função é proteger a pessoa do vento e da chuva - uma combinação perigosa que pode causar hipotermia em alguém que é pego de surpresa por um temporal no meio de uma aventura;</p>
<p><strong>2. Água extra:</strong> leve sempre um pouco mais de água. Em geral eu costumo levar entre 1,5 Lts e 3 Lts de água dependendo da atividade;</p>
<p><strong>3. Canivete:</strong> uma lâmina é sempre útil. Melhor ainda se for um canivete suíço com multi-funções;</p>
<p><strong>4. Lanterna e pilhas (testadas):</strong> pode acontecer algum imprevisto e a trilha pode acabar no escuro, então não deixe de ter uma lanterna e pilhas na sua mochila. Melhor ainda se você tiver pilhas sobressalentes e até mesmo uma lâmpada de reserva;</p>
<p><strong>5. Micropore/esparadrapo:</strong> esses são legais quando você não sabe se o seu calçado machuca em algum ponto. Se ele começar a incomodar não pense duas vezes, use o micropore/esparadrapo para proteger o ponto do pé onde o calçado está machucando;</p>
<p><strong>6. Isqueiro/fósforos:</strong> se por algum motivo (frio, sinalização, alimentação) for necessário acender uma fogueira a tarefa será bem mais simples se você tiver um isqueiro ou fósforos por perto. No caso dos fósforos mantenha-os em um pote de rosca junto com a lixa da caixinha, assim você os mantém secos. Lembre-se que é proibido acender fogueiras nos parques nacionais brasileiros, só faça isso em situações de real necessidade e mesmo assim tome cuidado com a vegetação ao redor do fogo;</p>
<p><strong>7. Kit de primeiros socorros:</strong> poucos carregam esse item e só dão conta dele quando precisam. Um bom kit pessoal de primeiros socorros deve ter ataduras, gaze, álcool iodado, tesoura pequena, pinça, esparadrapos, soro fisiológico e band-aids para pequenos curativos. Esse é um kit simples para trilhas de um dia no máximo e que não estão longe de áreas povoadas, para montanhas ou caminhadas maiores o kit aumenta, incluindo itens como por exemplo: anti-inflamatórios, anti-ácidos, anti-espasmódicos (para cólicas), anti-diarréicos, descongestionante nasal, analgésicos para dor e febre, comprimidos para náusea e vômitos e sprays para garganta irritada. Vale a pena juntar ao kit um protetor solar e um repelente de mosquitos;</p>
<p><strong>8. Bússola, carta topográfica e/ou GPS:</strong> em algumas situações até pessoas experientes podem se perder, portanto ter uma bússola, uma carta topográfica do local e até mesmo um GPS pode ser fundamental. Agora, leve esses itens mas tenha certeza de que você é capaz de usá-los corretamente&#8230;</p>
<p><strong>9. Apito:</strong> um ótimo item caso seja necessário se comunicar com outras pessoas que estão separadas do grupo ou mesmo solicitar socorro. O som produzido pelo apito atinge um raio bem abrangente;</p>
<p><strong>10. Celular/rádio de comunicação:</strong> hoje em dia o celular tem cobertura em diversos pontos e em muitos casos funciona nas montanhas ou dentro das florestas. Ele ou um rádio de comunicação podem lhe salvar de problemas caso seja necessário chamar socorro;</p>
<p><strong>11. Kit de costura com linha e agulhas:</strong> afinal de contas, você pode rasgar a sua roupa em um galho ou algo assim&#8230;</p>
<p><strong>12. Boné e óculos escuros:</strong> Caminhar em campo aberto debaixo de sol não é nada agradável. Proteja seus olhos e a cabeça. Insolação é um problema tão sério quanto uma hipotermia.</p>
<p>Esses itens são pequenos e com exceção do anoraque (dependendo do modelo do seu anoraque) eles ocupam pouco espaço na mochila e levá-los pode fazer muita diferença durante a sua aventura.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Blogs nacionais de montanha</title>
		<link>http://trekking.marionery.com/2008/08/09/blogs-nacionais-de-montanha/</link>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 21:49:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Dicas e sites]]></category>

		<category><![CDATA[blogs]]></category>

		<category><![CDATA[sites]]></category>

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		<description><![CDATA[A internet é uma forma interessante de se manter atualizado sobre notícias, novas técnicas, novas vias e  histórias de outros montanhistas, entre outras coisas.
Nós temos alguns blogs bons de montanha, dentre eles vale a pena conferir estes:
Azimutantes
Cordada Infinita no Wordpress
Cordada Infinita no Blogspot
Blog do Baldin
Blog de escalada
Site do Marski
Eliseu Frechou
Esses são alguns dos blogs [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet é uma forma interessante de se manter atualizado sobre notícias, novas técnicas, novas vias e  histórias de outros montanhistas, entre outras coisas.</p>
<p>Nós temos alguns blogs bons de montanha, dentre eles vale a pena conferir estes:</p>
<p><a href="http://azimutantes.blogspot.com" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">Azimutantes</a><br />
<a href="http://cordadainfinita.wordpress.com/" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">Cordada Infinita no Wordpress</a><br />
<a href="http://cordadainfinita.blogspot.com" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">Cordada Infinita no Blogspot</a><br />
<a href="http://blogdobaldin.blogspot.com/" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">Blog do Baldin</a><br />
<a href="http://pempem.blog.uol.com.br" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">Blog de escalada</a><br />
<a href="http://www.marski.org" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">Site do Marski</a><br />
<a href="http://eliseufrechou.blogspot.com/" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">Eliseu Frechou</a></p>
<p>Esses são alguns dos blogs que eu costumo visitar. Caso alguém tenha outras sugestões é só colocar os links nos comentários.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Travessia Petro-Terê 2008 - 57º GEAr</title>
		<link>http://trekking.marionery.com/2008/08/01/travessia-petro-tere-2008-57%c2%ba-gear/</link>
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		<pubDate>Sat, 02 Aug 2008 01:34:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Hecht</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Escotismo - 57º GEAr-RJ]]></category>

		<category><![CDATA[Viagens e aventuras]]></category>

		<category><![CDATA[57º GEAr]]></category>

		<category><![CDATA[travessia petrópolis-teresópolis]]></category>

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		<description><![CDATA[Não farei um relato técnico e nem muito específico, mas sim um relato pessoal dos três dias em cima das mais belas vistas da nossa cidade.
Para muitos montanhistas a travessia Petrópolis-Teresopolis é considerada a travessia mais bela do Brasil. Concordo plenamente.
Para os leigos, a travessia consiste em ir de Petrópolis para Teresópolis pela Serra dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não farei um relato técnico e nem muito específico, mas sim um relato pessoal dos três dias em cima das mais belas vistas da nossa cidade.</p>
<p>Para muitos montanhistas a travessia Petrópolis-Teresopolis é considerada a travessia mais bela do Brasil. Concordo plenamente.</p>
<p>Para os leigos, a travessia consiste em ir de Petrópolis para Teresópolis pela Serra dos Órgãos (sem trocadilhos), com auge na Pedra do Sino.</p>
<p>Minha travessia começou na quinta-feira (24/06/08), com um pernoite na Ilha do Governador de onde partiria o grupo de 16 pessoas para o PNSO (Parque Nacional Serra dos Órgãos). Deveríamos estar dormindo às 20h para termos as horas necessárias de sono para o dia seguinte, já que a van que ia nos levar sairia de lá as 4h em ponto. Com vários problemas fomos dormir as 00:30. Fomos não, foram -  pois eu e mais 4 ficamos acordados&#8230; Ah, se soubéssemos que essas horas de sono fariam falta!</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/travessia2008-1.jpg" alt="" title="travessia2008-1" class="alignnone size-full wp-image-133" /><br /><small>No grupo</small></center></p>
<p>Às 2:30h, quase todos já se encontravam de pé. Deveríamos fazer uma leva de macarrão para o café da manhã, mas com alguns imprevistos comemos o que havia sobrado da noite anterior. Carregamos a van, o motorista estava um tanto quanto apressado&#8230; </p>
<p>Seguimos em direção a aventura. A maioria do grupo dormindo, eu e o P.H seguimos ao som da Legião Urbana. O motorista seguia seu curso, quase errou o caminho algumas vezes, mas apos algumas indicações feitas por mim ele acabou acertando.</p>
<p>Chegamos ao parque por volta de 6h, fazia um frio suportável e o dia se encontrava escuro ainda. Esperamos o dia clarear, enfrentamos as burocracias do parque (horário de entrada e revista de material) e seguimos em frente. Primeiro destino, Pedra do Queijo.</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/travessia2008-2.jpg" alt="" title="travessia2008-2" class="alignnone size-full wp-image-134" /><br /><small>Entrada do PNSO em Petrópolis</small></center></p>
<p>Nunca digam, não agüento mais subir ladeira, porque você não sabe o que é subida! As primeiras horas de caminhada foram sem ritmo, o que faz com que você se canse mais rápido, pois fica naquele anda e para&#8230; E isso com uma mochila cargueira de 60 lts cheia. Uma luta até chegarmos a tal Pedra do Queijo. Tínhamos uma folga no relógio, chegaríamos às quatro da tarde no Açu, meta daquele primeiro dia. Parada rápida na Pedra do Queijo, algumas fotos e seguimos viagem rumo ao Ajax.</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/travessia2008-3.jpg" alt="" title="travessia2008-3" class="alignnone size-full wp-image-135" /><br /><small>Pessoal na Pedra do Queijo</small></center></p>
<p>Da-lhe subida. Perguntei ao guia se a trilha até o próximo ponto era difícil, a resposta foi agradável aos meus ouvidos, era uma “reta” e não tinha erro. Segui com mais um ao meu lado o mais rápido possível, pois ao chegar lá voltaria e ajudaria quem precisasse. Minha grande decepção, o Ajax nada mais era do que uma pedra com uma poça de água ao lado. Voltei rapidamente para ajudar quem precisasse, devo ter demorado em torno de uma hora nessa brincadeira. Depois que todos chegaram fizemos um almoço rápido e pé na estrada.</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/travessia2008-4.jpg" alt="" title="travessia2008-4" class="alignnone size-full wp-image-136" /><br /><small>Parada pro almoço</small></center></p>
<p>Próximo rumo: Açu. Primeiro obstáculo, Isabeloca, trilha de subida intensa e em ziguezague. Para parte do grupo que foi ano passado, a trilha usada esse ano foi melhor do que a do ano passado. Após a trilha se estabilizar e ficar plana demoramos em media 2h para chegarmos até o Açu. Uma visão linda de uma pedra encoberta pela névoa e com alguma luz dos raios do sol. Rapidamente a névoa baixou e junto com ela a noite e o frio intenso. Montagem das barracas, preparo da janta alguns probleminhas mais e às 20h estavam todos dormindo nas barracas. A temperatura aproximada foi de -8 °C naquela primeira noite.</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/travessia2008-5.jpg" alt="" title="travessia2008-5" class="alignnone size-full wp-image-137" /><br /><small>Chegando no Açu</small></center></p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/travessia2008-6.jpg" alt="" title="travessia2008-6" class="alignnone size-full wp-image-138" /><br /><small>Morro do Açu</small></center></p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/travessia2008-7.jpg" alt="" title="travessia2008-7" class="alignnone size-full wp-image-139" /><br /><small>Acampamento no Açu, preparando o primeiro pernoite</small></center></p>
<p>O frio persistiu durante a manhã. Arrumamos as barracas e saímos com atraso rumo ao elevador. Não, não há um elevador de verdade na montanha, quem dera tivesse&#8230; Mas daqui a pouco eu falo nisso. </p>
<p>A visão era ruim, pois a nevoa ainda se encontrava baixa. Andando devagar e sempre demos uma breve parada pra tirar os casacos e o que mais nos aquecia, pois o sol já se mostrava forte e quente por cima das montanhas. O dia estava lindo e o mar de nuvens banhava as montanhas.</p>
<p>A vida é feita de altos e baixos, o segundo dia de caminhada também. Caminhar olhando aquela paisagem é compensador e inspirador, esquecer da vida aqui embaixo não tem preço. Algumas paradas para ajudar um dos participantes que estava passando mal, comemoração rápida pelo aniversario de outro e vamos andando. O problema das paradas rápidas é que a galera enrolava para por a mochila e recomeçar a andar e isso prejudicou a todos mais na frente. Parte do grupo seguiu na frente para ir subindo o elevador e ajudar o restante depois. As paradas rápidas acabaram virando paradas demoradas&#8230;</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/travessia2008-8.jpg" alt="" title="travessia2008-8" class="alignnone size-full wp-image-140" /><br /><small>Mar de nuvens&#8230;</small></center></p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/travessia2008-9.jpg" alt="" title="travessia2008-9" class="alignnone size-full wp-image-141" /><br /><small>Descendo em meio as nuvens</small></center></p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/travessia2008-10.jpg" alt="" title="travessia2008-10" class="alignnone size-full wp-image-142" /><br /><small>Aniversariante do dia: Gustavo &#8220;Santana&#8221;</small></center></p>
<p>A primeira vista do elevador: grampos de grampeador em tamanho gigante presos a rocha em forma de escada! Nada melhor do que isso, mais vem o melhor de tudo, estavam todos sujos de bosta. TODOS&#8230; Por que?? Simples, algum gênio resolveu fazer o que não devia em cima dos grampos – ou foi por medo ou por muita sacanagem mesmo. O cheiro era péssimo, mas tínhamos que subir. Até que foi rápido, alguns ficaram abalados na subida ainda mais porque qualquer bobeira você já era. Depois dessa subida começa “a” descida. Andamos mais umas 3h até começarmos a ver o Garrafão, a Pedra do Sino e outras. Demoramos mais ainda para chegarmos ao dorso da baleia, e quando chegamos já era noite. Ainda faltava boa parte para alcançarmos o “cavalinho”, trecho considerado por muitos um ponto perigoso por sua exposição a altura e por ser preciso fazer um pequeno “lance de escalada”, e fazer isso a noite faz com que os risco tripliquem&#8230;</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/travessia2008-12.jpg" alt="" title="travessia2008-12" class="alignnone size-full wp-image-143" /><br /><small>Vista do Garrafão</small></center></p>
<p>Uma breve parada para por os agasalhos, já que o frio já estava presente entre nós e congelaríamos. Seguimos&#8230; Chegamos a um trecho onde precisaríamos fazer um rapel pequeno. A espera para finalizar esse trecho foi de aproximadamente 3hs. (descida do vale da morte). Começamos a trilhar rumo ao cavalinho. Chegamos lá e foram mais 3h para finalizá-lo. O frio já era grande e a madrugada chegava. Mais um bocado de trilha, algumas golfadas no meio dela uma lua maravilhosa e chegamos ao Abrigo 4 às 2h da matina! Uma jantinha rápida ao sereno da noite de -3°C marcados pelo termômetro do abrigo e depois cama. Alguns acordaram cedo para subir a Pedra do Sino outra parte permaneceu acampada e dormindo&#8230;</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/travessia2008-13.jpg" alt="" title="travessia2008-13" class="alignnone size-full wp-image-144" /><br /><small>Eu e Binho esperando para passar pelo &#8220;cavalinho&#8221;</small></center></p>
<p>Ao certo não sei que horas partimos, mas após horas de descida e digo apenas descida e belas vistas chegamos, eu e mais uma pessoa, ao fim da travessia na entrada de Teresópolis às 15:30. A trilha foi concluída às 16:20h por todos.</p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/travessia2008-14.jpg" alt="" title="travessia2008-14" class="alignnone size-full wp-image-145" /><br /><small>Durante a descida - divisão de camadas</small></center></p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/travessia2008-16.jpg" alt="" title="travessia2008-16" class="alignnone size-full wp-image-147" /><br /><small>Desmaiado? Dormindo? Não apenas descansando no final da trilha&#8230;</small></center></p>
<p><strong>Nota pessoal:</strong> Lá em cima não há como não acreditar que existe uma força maior que nós, alguns chamam de Deus, outros de Deuses, espíritos e etc. Não há como não crer em nada, não há como não crer no caráter das pessoas, não há como não pensar na vida e nos erros que cometemos. A união lá em cima é essencial, a atenção ainda maior aos detalhes e as atitudes. Lá em cima cada momento é mágico por mais doloroso que possa ser, por mais difícil, por mais chato&#8230; É sempre mágico.</p>
<p><strong>Pedro Hecht</strong></p>
<p><center><img src="http://trekking.marionery.com/wp-content/uploads/travessia2008-15.jpg" alt="" title="travessia2008-15" class="alignnone size-full wp-image-148" /><br /><small>Tropas de Sêniors e Guias - Kwarup (57º GEAr RJ) e Corsário (51º GEAr RJ)</small></center></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Trilhas gratuitas no Rio</title>
		<link>http://trekking.marionery.com/2008/07/23/trilhas-gratuitas-no-rio/</link>
		<comments>http://trekking.marionery.com/2008/07/23/trilhas-gratuitas-no-rio/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 00:42:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

		<category><![CDATA[passeios]]></category>

		<category><![CDATA[trilhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Muita gente não sabe mas existe uma programação gratuita de trilhas guiadas que acontece freqüentemente em diversos pontos do Rio de Janeiro, dentre eles a Floresta da Tijuca (incluindo a Pedra da Gávea).
As trilhas são executadas por guias credenciados e experientes, que além de levar os caminhantes através do percurso também vão explicando sobre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muita gente não sabe mas existe uma programação gratuita de trilhas guiadas que acontece freqüentemente em diversos pontos do Rio de Janeiro, dentre eles a Floresta da Tijuca (incluindo a Pedra da Gávea).</p>
<p>As trilhas são executadas por guias credenciados e experientes, que além de levar os caminhantes através do percurso também vão explicando sobre a história do local ou sobre algum assunto relacionado com o passeio, tais como: manejo florestal, água, flora e fauna, impacto ambiental, etc&#8230; </p>
<p>Essa programação pode ser encontrada no site <a href="http://riotrilhas.com.br/Projetos_Floresta.htm" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">Rio Trilhas</a>. Eu não tive a oportunidade de participar dos passeios ainda, mas já comentei com uma amiga que costuma me acompanhar nas minhas trilhas e ela gostou bastante da idéia. Fica a dica para vocês.</p>
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